Estava muito curiosa para saber da famosa história de Romeu e Julieta. Me encantei apesar de já saber do seu triste fim, não tinha conhecimento de seu enredo, do desenrolar, e para mim, foi muito bom.
Digamos que o amor adolescente faz com que tragédias como essas aconteçam. Esses dias mesmos. Uma jovem menina de 12 anos tinha essa paixão juvenil por um garoto de sua escola. Quando sua avó e sua mãe souberam disso, não acharam muito certo ela começar algum relacionamento e não permitiram seu namoro com ele. Ela indignada , não se conforma e resolve se matar. Um dia então, toma todos os remédios de sua avó escondidos, antes de ir a aula. Ao chegar na escola, os efeitos começam aparecer e ela morre.
Este livro não me fez lembrar apenas deste fato real mas de um filme nacional, maravilhoso, que se chama Era um Vez. Se passa no Rio de Janeiro e conta a história de amor de Dedé, um jovem que mora no morro do CantaGalo e Nina, uma burguesinha que vive em um apartamento em frente a praia. Dos contrates a que ambos são apresentados, o amor não falou mais alto, e sim gritou. Ao final, acabam que morrendo, triste! (mas vale muito a pena assitir)
Não sei pra mim, mas, graças a Deus , isso não me aconteceu. Pra falar a verdade, esse sentimento de: nossa prefiro morrer do que viver sem ele, já passou por minha cabeça uma vez, quando eu pensei ter traído meu amor, que não era nem meu namorado, e por isso não qualquer coisa que fizesse não seria traição alguma. Mas depois que a calma vigora e que a situação de desespero passa (e ela sempre passa), eu vendo depois por fora o acontecido, vejo que foi um sentimento de momento, besta, ignorante e egoísta. Como assim, eu pensei em me matar por uma atitude estupida, sim, porque nessa hora o não era mas o amor que falava e sim uma loucura muito impensável. Logo eu que tenho o dever a cumprir com a sociedade. Independentemente disso, era uma ação só pensada em mim, solução nenhuma traria. Sem contar em quantas pessoas que estão ao meu redor e que gostam de mim, ficariam tristes.
Por isso nessas horas é que precisamos de ter mais paciência.
Quisera a Julieta, aprender a conviver com Páris e talvez arranja-se uma outra maneira de fugir com Romeu. Nossa, seria uma outra longa história... Se já não é que alguém encorajou-se a escrever, ou se não está aí uma boa pedida.
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